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Geral : Cembranelli era o terror dos réus em Poá
em 21/04/2008 19:10:00 (4977 leituras)

O promotor Francisco José Taddei Cembranelli, que tem figurado na mídia por sua presença atuante no caso do assassinato da menina Isabella, deixou sua marca de eficiência em Poá (SP).


Exercendo pela primeira vez como titular da promotoria na Comarca, ele entrou pelas portas do Fórum de Poá em l990 e deixou a cidade em setembro de 1992.
Neste período, destacou-se por sua atuação firme e dedicada. “Ele não perdeu nenhuma causa: todos os casos culminaram em condenação”, lembra bem o atual diretor da Câmara Municipal, o advogado Alexandre Nunes Provisor, que na época atuava como assistente da Promotoria.
Alexandre não economiza elogios, afirmando com todas as letras que ele teve uma atuação brilhante e maravilhosa. E justifica: “Ele se entregava totalmente... e levava os casos para estudar em casa - isto uns dez dias antes. A especialidade dele era o Juri”.
Quem também se lembra bem da atuação dele era a então jurada, hoje advogada, Jeruza Lisboa Reis.
Ela comentou que lembra-se dele ser extremamente cauteloso e muito estudioso: "Lembro que no dia de Júri, ele não comia nada sólido, só ingeria líquido. Estudava muito antes, sabia até o número das folhas onde encontrar depoimentos importantes ao caso. Recordo-me também que, ao sair, fizeram uma matéria somando os anos de condenação (conquistados pelo MP) e, incrível... ultrapassou a 3 mil anos de condenação”.
Mensagens no Orkut ultrapassam 100 mil
Enquanto a Justiça busca mais elementos e indicia o casal que estava com Isabella no dia do crime, a sociedade clama ansiosa por um castigo para o autor deste assassinato chocante.
Demonstrando menos ansiedade, Ana Carolina de Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, acrescentou em seu perfil no site de relacionamentos Orkut um novo texto em homenagem à filha, que faria seis anos na sexta-feira (18).
Desde a morte da menina, a página pessoal de Ana Carolina virou um espaço onde milhares de pessoas se solidarizam e pedem justiça – as mensagens já ultrapassam os 100 mil e, por isso, deixaram de ser somadas pelo site.
“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável”, diz ela, em trecho do texto publicado.



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Enviado por Tópico
Anônimo
Publicado: 01/05/2008 14:17  Atualizado: 01/05/2008 14:18
 Justiça
Creio que o importante é fazer justiça e não ser eficiente em condenação cega. Promotor de Justiça promove a justiça e não condenação.



 

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