A veradora Jeruza Reis (PTB), encaminhou indicação ao prefeito municipal sugerindo a adoção dos serviços do CPRM, atual Serviço Geológico do Brasil do Ministérios das Minas e Energia, para que realize, sem ônus para a cidade, estudo de riscos geológicos, hidrológicos e de danos ambientais, a fim de que o município tenha um mapeamento mais detalhado das áreas de risco. De posse destes documentos, Poá poderá se habilitar para apresentar projeto que requeira verba federal ao Ministérios das Cidades para relocação das famílias em áreas de risco ambiental.
Em um pedido anterior a veeredora indicou a concessão de isenção ou remissão do IPTU para pessoas vitimadas pelas inundações, enchentes e alagamentos ocasionados pelas fortes chuvas que assolaram o município. Ambas as propostas receberam apoio unânime dos demais vereadores.
Outra propositura feita pela vereadora e apresentada na primeira sessão do ano, foi o registro de pesar pelo falecimento da Dra. Zilda Arns Neuman, fundadora da Pastoral da Criança, no último dia 12 de janeiro, vítima do terremoto no Haiti.
Jeruza Lisboa Reis destacou a importância da multimistura na alimentação das crianças poaenses, considerando que só no município de Poá foram 316 crianças, 252 famílias, contando com 64 voluntários que realizam o acompanhamento, conforme sistema da Pastoral Nacional. Na tribuna, sua fala foi de repúdio à pressão que sofreu por parte de “assessores”, de quem não citou nomes, para que votasse a favor da Comissão Processante naquela noite. Também bradou que será uma vereadora não-assistencialista, afirmando ser esta de função e atribuição específica do Poder Executivo.
Em um desabafo acalorado deixou o recado. “Não aceito intimidações ou ameaças, isso é assédio moral e assédio moral e é crime, se isso ocorrer tomarei as medidas judiciais cabíveis, independentemente da solicitação ao senhor presidente que dê voz de prisão, se for o caso. Enquanto vereadora, meu voto, minhas palavras, minha opinião no plenário são invioláveis, por garantia regimental e legal”.